CARTILHA DA UPH
CARTILHA
DA UPH 3ª Edição
PALAVRA
DO PRESIDENTE DO SUPREMO CONCILIO DA IPB
“Porém
o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmonão é julgado por
ninguém. Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós,
porém, temos a mente de Cristo” (I Cor.2:15-16)
De
antemão, em primeiro lugar, registro que é para mim um privilégio, e uma grata
alegria, como Presidente do Supremo Concílio de nossa amada Igreja
Presbiteriana do Brasil, dirigir-me à União Presbiteriana de Homens neste
momento importante da Igreja. Em segundo lugar, entendo que o crescimento
(qualitativo, quantitativo e orgânico) e o despertamento da IPB, tão sonhado e
desejado pelos crentes que verdadeiramente amam, tem que ser harmônico e
acontecer concomitantemente em todos os níveis da Igreja (local, regional
enacional), a partir da Igreja local, através de suas Sociedades Internas.
Estou certo de que a força institucional da IPB está na Igreja local. As
bençãos que desejamos para Igreja nacional fluirão a partir da Igreja local, no
momento em que nossa estrutura de Sociedades
Internas
for priorizada e valorizada, bem assim, quando os Presbiterianos, de modo
geral, amarem e se comprometerem fielmente com a Igreja Presbiteriana do
Brasil.
A UPH é
parte indispensável desta estrutura e, a despeito das dificuldades, vem
exercendo um valiossímo ministério para a vida de nossa Igreja e para a
expansão do Reino de Deus. O Homens Presbiterianos têm sido peças fundamentais,
vasos de honra nas mãos do Senhor para abençoar toda a Igreja. O trabalho
masculino precisa ser olhado, não na perspectiva do numero de sócios, mas na
perspectiva da magnitude de sua missão, a saber: “Semear a santa semente” com
zêlo e eficiência. A Igreja Presbiteriana do Brasil há de valorizar o Homem
Presbiteriano que demonstra compromisso com Cristo e com sua Igreja, no
exercício de seu ministério na UPH. Por isso, recomendo que em cada Igreja
Presbiteriana haja uma UPH vibrante.
A nossa
Igreja, com uma visão missionária de plantar Igrejas no Brasil e no mundo, bem
como, com a consciência de sua responsabilidade social, crê que a participação
capacitada e eficiente da UPH se faz necessária e indispensávelpara que os
alvos sejam alcançados e os desafios sejam vencidos. O ministério de treinamento
e capacitação dos Homens Presbiterianos para o exercício do oficialato,
promovido
pela UPH na Igreja local, corresponde aos anseios e alvos da Igreja nacional.
Rogo as
bençãos do Senhor aos amados Homens Presbiterianos, no estudo desta cartilha, e
que mesma seja de grande utilidade para as nosss UPHs locais
Desejo, outrossim, concitar a todos os Homens
Presbiterianos de nossa IPB a fazerem parte da UPH e aproveitarem a benção
desta cartilha.
Rev.
Roberto Brasileiro Silva Presidente do SC/IPB
UPH – O
QUE É ISTO ?
O HOMEM
COMO LIDER ESPIRITUAL
Segundo
as Escrituras, Deus conferiu ao homem uma responsabilidade especial de
liderança na família e na Igreja. Todavia, liderança não significa dominação ou
controle, mas capacidade de iniciativa, tomada de decisões, orientação e
cuidado, sempre tendo em vista o bem-estar e a prosperidade dos liderados.
Existem passagens que parecem atribuir ao homem uma posição superior, tais como
Gn. 3:16; I Cor. 11:3, 8-9; Ef. 5:23; I Tim. 3: 4,2. Todavia, essa é uma área,
como muitas outras, em que a realidade do pecado humano produz distorções que
violam o propósito de Deus. Dois extremos podem ocorrer nesse contexto:
1)
Homens que se recusam a ser líderes, revelando-se passivos, acomodados,
negligentes quanto aos seus deveres como esposos e crentes;
2) Homens que
revelam-se agressivos, autoritários, dominadores, igualmente afastando-se dos
padrões de Deus para os seus filhos.
O
grande modelo e exemplo para o homem cristão é Jesus Cristo. Cristo certamente
era possuidor de uma grande autoridade, mas os seus ensinos e exemplo revelam
um conceito de liderança bastante diferente do que muitas vezes encontramos na
sociedade. Ver, por exemplo, MT. 11:29; 20:26-28; João 13:12-15. As exortações
apostólicas têm as mesmas ênfases, ver: Ef. 5:21, 25-29; 6:4; CL 3:19,21; 4:1 ;
I Pe. 3:7; 5:1-3. Portanto, a liderança masculina deve ser exercida com
firmeza, mas também com moderação, humildade, espírito de serviço e amor.
Uma das
áreas em que essa liderança é mais necessária é a área espiritual. O homem tem
a responsabilidade de promover a vida espiritual do seu lar, pelo ensino, pelo
exemplo, por iniciativas práticas. Exemplos: aproveitar as oportunidades para
ensinar aos filhos as verdades bíblicas; praticar o culto doméstico de maneira
alegre, informal e participativa; cultivar uma atmosfera de amizade,
companheirismo e respeito; ser um bom esposo e pai; valorizando a família e
gastando tempo para fortalecer os vínculos familiares, ver: Dt. 6:5-7, 20-21;
11:18-21; Pv. 22:6; 29:17. Exemplos bíblicos de líderes espirituais: Josué (Js.
24:15); Jó (1:5); Isaías (Is. 8:18).
O
MINISTÉRIO DOS HOMENS PRESBITERIANOS
A
atuação dos Homens Presbiterianos pode ser muito ampla, dentro e fora da
Igreja.
1.-
DENTRO DA IGREJA
• Um dos primeiros objetivos das UPHs é oferecer
aos homens oportunidades de companheirismo e confraternização. Assim como as
mulheres gostam de encontrar-se com as suas amigas, os jovens com outros
jovens, os homens também tem a necessidade psicologia e social de se relacionarem
com indivíduos do seu gênero. A UPH proporciona aos homens cristãos a
oportunidade de se confraternizarem de maneira saudável e construtiva.
• A UPH
dá aos homens da Igreja a oportunidade de cultivarem a sua vida espiritual
ouvindo preletores, estudando as Escrituras e orando. Exemplos de Temas para
estudos bíblicos: Jó – A história de um homem que defrontou-se com a
adversidade; Daniel - Como manter-se leal a Deus no meio das pressões da
sociedade; Lições sobre a vida no livro de Provérbios; Estudo de
relacionamentos masculinos em I Samuel; Epistola aos Galatas – A liberdade do
homem cristão.
• Os homens também podem aprender sobre suas necessidades
específicas: como relacionar-se melhor com a esposa e os filhos, como lidar com
tentações (área sexual e outras), como enfrentar problemas no trabalho e na
vida financeira, como lidar com os desafios de diferentes faixas etárias
(meia-idade, maturidade, velhice).
• Outras atividades: Cursos de treinamento
de liderança; café ou jantar mensal; palestras sobre temas que interessam os
homens; auxilio a homens da Igreja que estão procurando emprego, estão passando
por dificuldades várias, estão sozinhos, etc.
• A UPH deve ainda atuar na vida
mais ampla da Igreja. Os objetivos da Igreja devem ser também os objetivos da
UPH.
2.-
FORA DA IGREJA
• Área
missionária: a UPH pode envolver-se com atividade de cunho evangelístico
(visitas, testemunhos, distribuição das Escrituras e literatura cristã) em
presídios, hospitais, asilos, ruas e outras instituições.
• A área de
assistência social também é muito apropriada para o trabalho dos homens:
recolhimento e distribuição de donativos (em parceria com a Junta Diaconal),
visitas e apoio a pessoas necessitadas, trabalho voluntário em instituições
sociais. Outros exemplos: Construção de casas para pessoas pobres; banco de
materiais de construção (oriundos de reformas) e de móveis usados; captação de
recursos para causas sociais ( churrasco, jantar, almoços, etc.); doação de
sangue, etc.
• Atividade missionária, plantando Igrejas em cidades, bairros
próximos a sua Igreja, evitando que se gaste dinheiro com missionários nas
proximidades.
• Oferecer voluntariamente as instituições educacionais, para
fazer ou promover palestras educativas sobre temas atuais.
Rev.
Dr. ALDERI SOUZA DE MATOS
ORGANIZAÇÃO
DO TRABALHO MASCULINO DA IPB
PREMISSAS
• A
base da nossa organização é a UPH (UNIÃO PRESBITERIANA DE HOMENS), e está
subordinada integralmente ao Conselho de suas respectivas Igrejas.
• A
Organização não é Concilio da IPB.
• A Organização funciona de forma semelhante
ao sistema conciliar da IPB, conforme será visto abaixo:
1) OBJETIVOS
a)
Cooperar com a Igreja, como parte integrante da mesma, nos seus objetivos de
servir a Deus e ao próximo em todas as suas atividades, promovendo a plena
integração de seus membros;
b)
Incentivar o cultivo sadio de atividades espirituais, evangelísticas,
missionárias, culturais, artísticas, sociais e esportivas (Ministérios)
c)
Promover uma salutar convivência com os outros departamentos e Organizações da
IPB e também com denominações evangélicas fraternais.
1)
INICIO DO TRABALHO
*
Eleito o primeiro Secretario Geral - 1951 (Rev. Dr. Israel Gueiros) *
Estruturação do Trabalho Masculino (UPH) - 1966
2) NÍVEIS
DE REPRESENTATIVIDADE
a)
NACIONAL - Confederação Nacional de Homens Presbiterianos (CNHP) b) SINODO -
Confederação Sinodal c) PRESBITÉRIO - Federação d) IGREJA - UPH
3)
INTERFACES
Para
cada nível há um elemento que faz as interfaces com os Concílios da IPB:
a)
SUPREMO CONCÍLIO -Secretario Geral do Trabalho Masculino (eleito na reunião
ordinária do Supremo Concilio) Mandato - 4 anos b) SÍNODO - Secretario Sinodal
(eleito na reunião ordinária do Sínodo) Mandato - 2 anos c) PRESBITÉRIO -
Secretario Presbiterial (eleito na reunião ordinária do Presbitério) Mandato -
1 ano d) IGREJA - Conselheiro ( eleito na reunião do Conselho) Mandato - 1 ano.
4)
DEMONSTRAÇÃO DAS INTERFACES
5)
DIRETORIAS
• Cada
nível funciona com Diretoria própria, da seguinte forma:
•
Cargos Presidente, Vice-Presidente, I Secretario, II Secretario, Secretario
Executivo e Tesoureiro.
•
Mandatos: Confederação Nacional - 4 anos ( eleito no Congresso Nacional)
Confederação Sinodal - 2 anos (eleito no
Congresso Sinodal) Federação - 1 ano (eleito no Congresso da Federação) UPH - 1
ano (eleito na reunião plenária)
6)
SECRETARÍAS DE ATIVIDADES
As
Secretarias têm como objetivo preparar os sócios para que tenham condições de
desenvolver qualquer atividade na Sociedade local, na Federação, na
Confederação Sidonal e Nacional, ou ainda na Igreja local como um todo Em todos
os níveis as Secretarías de Atividades são nomeados pelo Presidente em comum
acordo com os Secretários representantes dos Concílios. Estas Secretarias são
fundamentais no auxilio do desenvolvimento dos trabalhos. São elas:
Espiritualidade. Evangelização, Missões, Ação Social, Causas da IPB,
Comunicação e marketing, Cultural, Esporte e lazer, Sociabilidade, Estatística
e outras (ministérios).
7)
MANUAL UNIFICADO
Toda a
Organização em todos os níveis funciona com base no Manual Unificado, onde
estão todas as orientações e regras de funcionamento para todas as atividades
da Sociedade. Este Manual é aprovado pelo Supremo Concilio, ou seja, é um
documento da IPB
8) LEMA
O Lema
do trabalho Masculino é: “ Eu vos farei Pescadores de Homens” (Mt. 4:19).
9) MOTO
O Moto
é: “Confiança em Jesus, Entusiasmo na Ação, União Fraternal.” O moto deve ser
recitado por todos ao final de toda reunião.
10)
SÍMBOLO
O
Símbolo do Trabalho Masculino é um Peixinho com a inscrição “IXOTE”(Jesus
Cristo filho de Deus Salvador)
11)
REVISTA
A
comunicação geral do Trabalho Masculino é feita pela REVISTA PROPOSTA, a
revista do Homem Presbiteriano. Esta revista é editada trimestralmente.
12)
HINO
O hino
oficial do Trabalho Masculino e o Nº 326 do HE – “Homens Presbiterianos”. Letra
: Rev. Bolivar Bandeira. Música: Pb. Eurípedes e Benedito Rodrigues de
Carvalho.
13)
BANDEIRAS
Todos os níveis devem ter suas Bandeiras.
Dimensão da bandeira: Altura: 84 Cm; Largura: 118 Cm.
14) DIA
DO HOMEM PRESBITERIANO
* Dia
02 de Fevereiro (Comemorado no Iº Domingo de Fev.) Aprovado pelo Supremo
Concilio em 1966 (SC 66-161)
15)
FINANÇAS
O
sustento do Trabalho Masculino em todos os níveis, a exceção das UPHs, e feito
através das “Taxas Per capitas”, e verbas cedidas por liberalidade pelos
Concílios.
A “Taxa
Per capita” é de R$ 10,00 (dez reais) por sócio de UPH por ano. A distribuição
dessa “Taxa Per capita” é feita da seguinte forma: 40% - Federação 30% - Sinodal
30% - Nacional A UPH recebe verbas votadas pelo Conselho da Igreja.
16)
TEMA
A todo
quadriênio é escolhido um tema Nacional e sub-temas anuais, que servem de base
para o trabalho.
17)
COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL
A
Comissão Executiva da Confederação Nacional se reúne uma vez por ano, e são
seus membros: Diretoria da CNHP, Secretarias de Causas da CNHP e Presidentes
das Sinodais.
18)
CONGRESSOS
NACIONAL
- De 4 em 4 anos, antes da reunião do Supremo Concílio SINODAL - De 2 em 2
anos, antes da reunião ordinária do Sínodo FEDERAÇÃO - Anualmente, antes da
reunião ordinária do Presbitério
19)
BIENAIS
São
encontros feitos regionalmente (geralmente a nível de um Estado ou mais) nos
interregnos dos Congressos Nacionais, ou seja de 4 em 4 anos, de cunho inspirativo
e de confraternização. Estas reuniões devem ter a participação da família do
Homem Presbiteriano e seus convidados. Parece um congresso mas não é, não tem
nenhuma obrigação administrativa, não há documentos a serem examinados e nem
atas a serem feitas. A programação deve ser bem descontraída, havendo tempo
para troca de experiências entre trabalhos de UPHs e lazer.
20)
BANDEIRANTES DA FÉ
Bandeirantes da Fé é um projeto do trabalho
masculino da IPB, que visa uma Ação Social prática, onde os homens das UPH se
arregimentam para ajudarem-se em vários segmentos, ou seja, construções e
reformas (casas, muros, banheiros, pinturas, instalações, etc), doação de
sangue, assistência médica e odontológica, alfabetização, bolsa de materiais de
construção (doações), aquisição de equipamentos para deficientes, criação e
apoio a escolas, voluntariado para auxilio em hospitais, etc.
21)
SECRETARÍAS DE ATIVIDADES
As
Secretarias de Atividades são áreas de atuação em que todos os sócios são
desafiados a atuar individualmente e coletivamente:
ESPIRITUALIDADE:
a)
Colaborar com o Presidente no planejamento da atividade de toda a parte
devocional da Sociedade;
b) Estimular a realização do culto doméstico;
c)
Despertar a responsabilidade dos sócios quanto ao dízimo;
d) Estudos bíblicos;
e) Concursos bíblicos;
f) Estudo dos Catecismos e da Confissão de Fé;
g)
Reuniões de oração e vigílias;
h) Outras atividades conforme as exigências
locais.
EVANGELIZAÇÃO:
a)
Promover trabalhos de evangelização nos lares, ao ar livre, em presídios,
hospitais e pontos de pregação;
b) Promover distribuição de Bíblias, Novos
testamentos, folhetos, livros evangélicos e outros;
c) Promover cursos de
treinamento para evangelização pessoal e discipulado.
MISSÕES:
a)
Convidar autoridades na área de missões para proferirem palestras sobre o
assunto, bem como outras pessoas ligadas a atividade missionária, ouvido o
pastor;
b) Divulgar os boletins das Juntas de Missões , bem como artigos
escritos sobre a matéria nos órgãos de informação da IPB e de outras
denominações;
c) Manter correspondência com missionários (divulgando suas
cartas e relatórios entre os sócios);
d) Promover, entre os sócios, campanhas
em favor das Juntas de Missões da IPB, desde que aprovadas pelo Conselho da
Igreja.
MÚSICA:
a) Louvor:
orientação e seleção quanto à escolha de cânticos, estudo quanto ao aspecto
teológico dos hinos;
b) Instrumentos: aquisição, conservação e utilização dos
instrumentos;
c) Organização e funcionamento de trios, quartetos, orfeão,
grupos vocais e instrumentais;
d) Cursos: sobre teoria musical, instrumentos
musicais, técnicas vocais, regência e hinologia;
e) Atividades musicais: mostra
de música sacra, seminários, estudos práticos sob a forma de palestras, debates
ou dinâmica de grupo, divulgação de literatura musical;
f) Outras atividades a
juízo da secretaria e conforme realidades locais;
AÇÃO
SOCIAL:
a)
Executar projetos sociais entre a população de baixa renda, distribuição de
alimentos e agasalhos, mutirões, alfabetização de adultos e crianças,
assistência médica-odontológica;
b) Visitar cadeias, asilos, orfanatos,
hospitais e enfermos;
c) Promover seminários ou palestras sobre primeiros
socorros, higiene, relações humanas, cuidados e acidentes na infância, doenças
sexualmente transmissíveis, tóxicos, orientação vocacional e outras;
d)
Promover cursos como: artesanato, trabalhos manuais, marcenaria, curso práticos
de eletricidade, hidro-sanitaria, mecânica, computação, etc.
CAUSAS
DA IPB:
a)
Educação teológica: divulgar informações sobre os seminários e institutos
bíblicos (professores e alunos), promover orações em favor deles e comemorar os
dias a eles dedicados;
b) Instituições educacionais da Igreja: divulgar
informações sobre as entidades da IPB e promover orações em favor delas;
c) Educação
eclesiástica: promover estudos sobre Manual Presbiteriano e sobre o Manual
Unificado;
d) Pastores jubilados e viúvas de pastores: divulgar informações
sobre a pessoa de cada um, trabalho realizado, tempo de serviço, condições
atuais, e incentivar orações, visitas e correspondências, bem como outras
manifestações de constante apreço, interesse e simpatia.
CAUSAS
LOCAIS E SOCIABILIDADE:
a)
Prestigiar todas as atividades da Igreja;
b) Incentivar a Sociedade a mostrar
apreço pelo pastor e sua família;
c) Cumprimentar, em nome da Sociedade, os
sócios em seus aniversários e em outras ocasiões especiais;
d) Festejar as
datas constantes no calendário;
e) Promover um entrosamento maior com todos os
membros da Igreja, dispensando especial atenção aos visitantes;
f) Visitar
sócios afastados;
g) Atender as necessidades das pessoas da terceira idade;
CULTURAL:
a)
Organizar e manter biblioteca, acervos e museus;
b) Organizar, ensaiar e
apresentar peças teatrais;
c) Promover concursos literários (redação e poesia);
d) Comemorar datas cívico-religiosas e culturais;
e) Promover palestras e seminários, filmes
evangélicos ou culturais, passeios e júris simulados.
COMUNICAÇÃO
E MARKETING:
a)
Elaborar cartazes, publicações e toda a propaganda dos trabalhos da Sociedade,
em qualquer âmbito;
b) Fornecer informações para o boletim da Igreja local
sobre as atividades a serem desenvolvidas pela Sociedade;
c) Receber e
organizar todo o material a ser publicado em qualquer boletim, Jornal ou
Revista da Sociedade;
d) Enviar estas informações a outros órgãos de informação
em nível local, regional e nacional
• Todo
o material a ser publicado deve ser submetido à aprovação do Conselheiro;
•
Todo informação necessária ao bom andamento de desenvolvimento do trabalho da
Sociedade deve chegar ao sócios.
ESTATÍSTICA:
a)
Coletar dados, analisá-los, elaborar gráficos ressaltando pontos positivos e
negativos, visando alcançar melhores resultados no trabalho;
b) Em todos os
Congressos as estatísticas devem ser atualizadas e informadas. Usar modelo
padrão da CNHP.
ESPORTE
E RECREAÇÃO:
a)
Orientar o comportamento do sócio quanto ao lazer, recreação e esporte, jogos e
suas regras, além de brincadeiras;
b) Organizar times e equipes de várias
modalidades esportivas, promover competições e atividades de recreação internas
e/ou externas, adquirir e conservar material esportivo;
c) Organizar passeios,
piqueniques, esquetes e jogos de salão, gincanas, etc.
22)
ORIENTAÇÃO PARA REUNIÕES DA “UPH”
Da
Administração Art. 13 - A Sociedade interna é administrada pela:
a) Diretoria;
b) Comissão Executiva;
c) Plenária.
PLENÁRIA
Art. 14
- Plenária é a reunião que congrega todos os sócios de uma Sociedade, em
caráter administrativo, e que deve acontecer mensalmente.
Art. 15
- São atribuições da plenária:
a) admitir e demitir sócios, cujos nomes lhe
forem encaminhados pela Diretoria;
b) apresentar proposta para a melhoria do
trabalho;
c) conceder título de sócio emérito, de acordo com o art. 8º único;
d) eleger, anualmente, a Diretoria da Sociedade;
e) ouvir os relatórios das atividades da Sociedade;
f) aprovar o orçamento
anual; g) aprovar ou não os pedidos de demissão de membros da Diretoria.
Art. 16
- A plenária será convocada pela Diretoria, através de seu presidente, com
antecedência mínima de oito dias. § 1º - Em primeira convocação o quorum mínimo
é de mais da metade de seus sócios. Em segunda convocação, trinta minutos após
a primeira, com a presença mínima de um terço dos sócios. § 2º - A plenária
especialmente convocada para eleição, só poderá funcionar com a presença mínima
de mais da metade de seus sócios.
Art. 17
- A Diretoria é eleita pela plenária, compondo-se de Presidente,
Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários e Tesoureiro.
§ 1º A eleição
será feita anualmente, por voto secreto, em plenária especialmente convocada
para este fim.
§ 2º - Só poderão integrar a Diretoria membros da igreja local,
sócios da Sociedade há pelo menos seis meses antes da eleição. No caso da UCP e
UPA poderão ser membros não-comungantes ou alunos da Escola Dominical, a
critério do Conselho.
§ 3º - A posse dos eleitos será dada pelo pastor da
igreja ou seu representante legal, após a aprovação da eleição pelo Conselho.
§
4º - O quorum para a reunião da Diretoria é de mais da metade de seus membros.
A
PLENÁRIA TERÁ O SEGUINTE PROGRAMA
a)
Abertura devocional com leitura da Bíblia, oração e cânticos. Esta devocional
poderá ser conduzida pelo Secretario de Espiritualidade;
b) Chamada dos sócios;
c) Saudação aos visitantes;
d) Leitura e aprovação da ata anterior;
e) Leitura
do relatório da Tesouraria;
f) Leitura dos relatórios dos secretários de
atividades e comissões;
g) Análise de sugestões de trabalhos vindas da
Diretoria, da Comissão Executiva ou dos próprios sócios presentes;
h) Recepção
de novos sócios;
i) Nomeações de Comissões;
j) Outros trabalhos;
k) Oração
final;
l) Encerramento com o Moto;
DIRETORIA
Art. 18
- São atribuições da Diretoria:
a) elaborar planos para a Sociedade,
submetendo-os à apreciação da Comissão Executiva e aprovação da plenária e,
posteriormente, do Conselho
b) nomear e demitir Secretários de Atividades e
Relatores de Departamentos, bem como acompanhar seu trabalho através de
relatórios;
c) nomear comissões e acompanhar o seu trabalho;
d) examinar e
encaminhar os nomes dos sócios a serem admitidos ou demitidos;
e) convocar as plenárias e outras reuniões
através do presidente;
f) encaminhar ao Conselho, via conselheiro, o livro
caixa e sua documentação, e o livro de atas, para o devido exame anual;
g)
apresentar relatório anual da Sociedade ao Conselho e à Federação, neste último
caso acompanhado de Folha de Estatística;
h) enviar à Federação os nomes dos
membros da Diretoria eleita e seus respectivos endereços, logo após a posse
deles;
i) atender às convocações da Federação;
j) promover e incentivar a
participação dos sócios nos trabalhos da Federação, Confederação Sinodal e
Confederação Nacional.
A
REUNIÃO DA DIRETORIA OBEDECERÁ O SEGUINTE PROGRAMA
a) O
Presidente conduzirá a reunião com uma agenda previamente elaborada
b) Iniciar
a reunião com oração; c) Leitura do texto Bíblico;
d) Dar conhecimento da
Agenda aos membros da Diretoria;
e) Tratar dos assuntos conforme ordem
estabelecida;
f) Checar com os demais membros se há mais algum assunto a ser
tratado;
g) Elaborar Agenda para a próxima reunião Plenária;
h) Oração final i)
Leitura da Ata da reunião e aprovação da mesma;
j) Encerramento com o Moto;
Art. 19
- Compete ao Presidente:
a) convocar todas as reuniões: da Diretoria, da Comissão
Executiva e plenárias;
b) elaborar planos, junto com a Diretoria, e
apresentá-los à Comissão Executiva e à plenária;
c) acompanhar as atividades da
Sociedade, estimulando e orientando a todos na maneira de alcançar os planos
aprovados;
d) representar a Sociedade onde se fizer necessário;
e) presidir as
reuniões da Diretoria, da Comissão Executiva e as plenárias;
f) pôr em
discussão as propostas apresentadas, esclarecendo com brevidade os assuntos a
serem votados;
g) suspender a sessão por proposta devidamente apoiada e votada;
h) receber e apresentar quaisquer visitantes ou representantes de organizações
congêneres;
i) dar voto de Minerva no caso de empate na votação;
j) apresentar
relatório das atividades da Sociedade Interna para aprovação da plenária,
enviando cópia deste ao Conselho e à Federação.
Art. 20
- Compete ao Vice-Presidente: a) cooperar com o presidente no exercício de suas
funções; b) substituir o presidente em suas faltas e impedimentos eventuais.
Art. 21
- Compete ao Primeiro Secretário:
a) lavrar as atas da plenária, da Diretoria e
da Comissão Executiva;
b)
substituir o presidente, no impedimento do vice-presidente.
Art. 22 - Compete ao Segundo Secretário:
a)
encarregar-se da correspondência, dando ciência dela à Sociedade;
b) cuidar do
arquivo, do fichário e do rol de sócios;
c) substituir o primeiro secretário em
suas faltas e impedimentos.
Art. 23
- Compete ao Tesoureiro: a) receber verbas, taxa per capita e doações,
escriturando-as devidamente em livro próprio; b) efetuar pagamentos conforme
resoluções da plenária ou da Diretoria, neste último caso sempre ad referendum
da próxima plenária; c) efetuar o pagamento da taxa per capita à Federação; d)
elaborar o plano financeiro anual e apresentá-lo para a aprovação da plenária;
e) apresentar balancete mensal à plenária e relatório anual ao Conselho da
igreja.
Art. 24
- A vacância nos cargos da Diretoria dar-se-á nos seguintes casos:
a) pela
demissão do sócio da Sociedade, conforme art. 12 deste Manual;
b) por pedido
escrito de renúncia do cargo;
c) por ausência a três reuniões consecutivas da
Diretoria, sem motivo justificado, lavrado em ata;
d) por estar sob disciplina
do Conselho da igreja. Parágrafo único - em todos estes casos, o conselheiro
deve ser notificado.
Art. 25
- No caso de ocorrer vacância nos cargos da Diretoria, estes serão preenchidos
por: a) nova eleição, se ocorrer no primeiro semestre; b) nomeação pela própria
Diretoria, se ocorrer no segundo semestre. Parágrafo único - nos dois casos
requerer-se-á aprovação do Conselho.
Art. 26
- Para alcançar seus objetivos, a Diretoria pode nomear os seguintes
secretários de atividades e relatores, de acordo com a estrutura de sua
Sociedade e das próprias conveniências locais, tais como o tamanho da Sociedade
e pessoas habilitadas: a) Secretários de: espiritualidade, evangelização,
missões, ação social, música, causas da IPB, causas locais e sociabilidade,
cultura, comunicação e marketing, esporte e recreação, estatística e outras.
COMISSÃO
EXECUTIVA
Art. 27
- A Comissão Executiva será constituída da Diretoria, secretários de atividades
e seus relatores, e terá as seguintes atribuições:
a) apreciar o plano anual de
atividades, sugerindo mudanças e adaptações;
b) dar a mais ampla divulgação a
esses planos, dentro da Sociedade e na igreja;
c) executar o plano anual
aprovado. Parágrafo único - As reuniões da Comissão Executiva têm por objetivo
buscar soluções para problemas, porventura existentes, e elaborar planos para
cada área de atuação da Sociedade.
A
REUNIÃO DA COMISSÃO EXECUTIVA OBEDECERÁ O SEGUINTE PROGRAMA
a) O Presidente conduzirá a reunião conforme
agenda previamente elaborada com a Diretoria;
b) Chamada dos membros da CE
c)
Iniciar a reunião com oração;
d) Leitura do texto Bíblico;
e) Dar conhecimento
da Agenda aos membros da Diretoria;
f) Tratar dos assuntos conforme ordem
estabelecida;
g) Ouvir relatórios dos Secretários de Atividades;
h) Checar com
os demais membros se há mais algum assunto a ser tratado;
i) Elaborar o
programa de trabalho da Sociedade à ser apresentado da Reunião Plenária;
j)
Oração final
k) Leitura da Ata da reunião e aprovação da mesma;
l) Encerramento
com o Moto;
22)
COMO ORGANIZAR UMA UPH:
A UPH
local será organizada pelo Conselho da Igreja, por solicitação escrita de seus
componentes, ou por sugestão do Secretario Presbiterial.
PASSOS
PARA A ORGANIZAÇÃO:
a)
ARROLAMENTO: desde que haja pessoas interessadas em organizarem a UPH,
anotar-se-ão seus nomes a fim de se verificar a real possibilidade de fazê-lo;
b)
AUTORIZAÇÃO: feito o arrolamento, pedir-se-á autorização ao Conselho da Igreja
e, no caso de Congregações Presbiteriais e campos missionários, a autorização
do Pastor;
c)
INSTALAÇÃO: concedida a autorização, o Conselho, ou o Pastor, designará uma
Comissão que marcará dia, hora e local para a realização da instalação da UPH;
d)
PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS: os nomes dos eleitos devem ser encaminhados ao Conselho
para aprovação. No caso de Congregações Presbiteriais ou campos missionários,
bastará a aprovação do Pastor;
e)
NOMEAÇÕES: A Diretoria, após tomar posse, nomeará seus secretários e relatores,
conforme a necessidade local.
f)
AUTORIDADES : A presença de representante do Conselho é obrigatória e devem ser
enviados convites ao Secretário Presbiterial e à Federação para a reunião de
organização. Encaminhamento de uma cópias da ata de organização para
conhecimento e informação da Federação.
LIVROS
DE REGISTROS:
A
existência e a manutenção do livro de atas, de presença e da tesouraria, com os
correspondentes termos de abertura e de encerramento, feitos pelo Pastor
responsável pela Igreja.
23)
ORIENTAÇÕES SOBRE REGRAS PARLAMENTARES
CAP II ART. 3º - DEVERES
a) Participar de todas
as Sessões de reunião;
b) Não falar sem pedir e obter a palavra;
c) Não
interromper quem fala, durante a discussão, a não ser por questão de ordem;
d)
Evitar discussões paralelas;
e) Obedecer às ordens da presidência;
f) Aceitar
as decisões da maioria, sem censurá-la;
g) Manter-se calmo, respeitoso, dentro
da dignidade parlamentar;
h) Tomar apontamento para poder apresentar um bom
relatório;
i) Para se retirar do Plenário, temporária ou definitivamente, pedir
autorização deste, dirigindo-se a mesa;
ART. 4º
- DIREITOS
a)
Solicitar a palavra quando quiser discutir alguma matéria. Caso vários sócios
peçam a palavra ao mesmo tempo, fará uso dela o que estiver mais distante da
mesa, no caso de igual distância, o mais velho.
b) Apelar para o Plenário
quando se considerar constrangido pelo Presidente ou prejudicado por decisão
dele; c) Pedir um aparte ao orador , que será concedido por este com
consentimento da mesa, dentro do limite de tempo que restar ao orador;
CAP III
- DAS PROPOSTAS
ART. 5º
- Para que uma proposta possa entrar em discussão é preciso que seja feita por
escrito apoiada. Só os Sócios Ativos ou Delegados podem fazer propostas;
ART. 6º
– Para retirar uma proposta apoiada, antes de ser discutida, exige-se o
consentimento do apoiante; para retira-la após entrar em discussão, exige-se o
consentimento do Plenário;
ART. 7º
- Quando uma proposta em discussão contiver vários itens, pode-se pedir que
seja discutida e votada em partes;
ART. 8º
- Uma proposta substitutiva ou emenda deve tratar do assunto original e ser
apoiada. Na proposta de queda de item, vota-se apenas aquele item em separado;
Parágrafo
Único – O substitutivo será votado antes da proposta, e, caindo este,
votar-se-á a proposta original;
ART. 9º
- Para que uma matéria seja reconsiderada é necessário que a proposta seja
assinada pelas pessoas que votaram favoravelmente à matéria, e a proposta de
reconsideração precisa da aprovação de 2/3 do Plenário;
ART.
10º - Quando um assunto exigir estudos especiais, poderá ser baixado a uma
Comissão Especial que dará relatório em data determinada;
ART.
11º - Quando a discussão precisar ser adiada, cabe a proposta de deixar a sobre
a mesa, devendo este assunto Ter prioridade na próxima Sessão;
ART. 12º - Quando o Plenário julgar necessário,
poderá pedir discussão de uma matéria em Sessão informal;
ART.
13º - Quando se julgar que um assunto foi suficientemente discutido, qualquer
componente pode pedir “votos” a fim de encerrar a discussão e proceder
imediatamente a votação;
Parágrafo
Único – O Plenário decidirá por 2/3 dos seus membros se está preparado para
votar;
ART.
14º - Quando chegar a hora de terminar a Sessão e houver assunto de interesse
para ser considerado, pode-se propor prorrogação do Horário Regimental;
ART.
15º - A proposta “pela ordem” tem por objetivo chamar a atenção do Presidente
para a quebra de praxe parlamentar ou então traze o orador ao assunto em
discussão;
ART.
16º -As propostas abaixo sempre podem ser admitidas no curso da discussão, mas
não são discutidas, sendo votadas imediatamente:
a)
Prorrogar a Sessão;
b) Pela ordem
c) Votos,
d) Deixar um assunto sobre a mesa;
e) Encaminhar um assunto a uma Comissão;
f) Dividir uma proposta em partes;
Parágrafo
Único – Quando ocorrer mais de uma proposta das acima mencionadas, a votação
será feita na ordem estabelecida neste artigo;
ART.
17º - As propostas devem ser escritas em termos de resolução e devem obedecer à
seguinte gradação:
a)
Resolve-se manter para estudos, informar, etc.;
b) Resolve-se sugerir (pode ou
não ser cumprido);
c) Resolve-se determinar (tem que ser cumprido)
ART.
18º -Os relatórios das Comissões trazidos ao Plenário devem ser redigidos em
forma de resolução.
CAP IV
- DAS DISCUSSÃO
ART.
19º - Uma vez apoiada uma proposta, o presidente porá o assunto em discussão,
com exceção das propostas do Art. 16 deste Regimento;
ART.
20º - O sócio ou Delegado a que se faz uma alusão, poderá, com a permissão do
Presidente, fazer uma réplica, cabendo ao que o citou a tréplica, e apenas
isto. Caso a alusão seja a alguém ausente, qualquer sócio poderá
defende-lo.
O uso da palavra nas circunstâncias deste Artigo não impede o uso da mesma
dentro de outros critérios estabelecidos no Art. 24 deste Regimento;
ART. 21º - Qualquer sócio, durante a discussão,
pode pedir a leitura de documentos relacionados com o assunto semque isto
signifique o uso comum da palavra;
ART. 22º
- Quando se pretende ganhar tempo em assuntos em que haja acordo geral e se
deseja uma troca de pontos de vista mais intenso entre os sócios ou Delegados,
pode-se pedir que haja suspensão temporária da praxe parlamentar da discussão.
Findo o tempo determinado, vota-se o asunto;
ART.
23º - Somente os sócios ou Delegados inscritos podem falar sobre o assunto em
pauta;
ART.
24º - A palavra será concedida aos oradores inscritos por 5 (cinco) minutos na
primeira vez que falar, no caso de réplica, por 3 (tres) minutos; e no caso de
tréplica, por 2 (dois) minutos.
CAP IV
- DAS VOTAÇÕES E ELEIÇÕES
ART.
25º - Cabe ao Plenário escolher o processo de votação em cada caso;
ART.
26º - Nenhuma votação pode se processar sem o quorum exigido para a reunião,
que é de mais da metade dos sócios ou Delegados;
ART.
27º - Só tomarão parte na votação sócios ou delegados devidamente credenciados
que tenham respondido à chamada;
ART.
28º - A fim de evitar dificuldades ou confusões na contagem dos votos, os
votantes devem assentar-se separados dos não votantes;
ART.
29º - São processos usuais da votação:
a) Levantar as mãos, para assuntos
comuns;
b) Pôr-se em pé, para maior facilidade de cômputo dos votos ou maior
solenidade;
c) Voto secreto, através de cédulas, quando se tratar de assuntos
pessoais e nas eleições;
ART.
30º - Os membros da mesa terão direito a voto;
ART.
31º - Só será considerada aprovada a proposta que obtiver mais da metade dos
votos dos presentes;
ART.
32º - As eleições na Sociedade Local (UPH) obedecerão a seguinte ordem:
a)
Serão feitas anualmente, em reunião extraordinária convocada especialmente para
tal fim;
b) Só poderão votas os sócios ativos
c) Só poderão ser votados os
sócios ativos que forem membros da Igreja (comungantes ou não) e sócios da
Sociedade há mais de seis meses;
d) A eleição será feita cargo por cargo;
e) Se
no primeiro e segundo escrutínio ninguém alcançar maioria absoluta dos votos,
far-se-á um terceiro escrutínio com os dois candidatos mais votados;
f) Serão
eleitos os candidatos que obtiverem maioria absoluta dos votos.
ART. 33º - As eleições para as Federações,
Confederações Sinodais e Confederação Nacional obedecerão ao seguinte:
a) A
Diretoria será eleita, por escrutínio secreto, durante o Congresso;
b) Somente
poderão votar os Delegados credenciados;
c) Somente poderão votar os Delegados
que forem membros da Igreja há mais de um ano;
d) A eleição será feita cargo
por cargo, podendo haver indicação de nomes pelo Plenário;
e) Se no primeiro e
segundo escrutínio ninguém alcançar maioria absoluta dos votos, far-se-á um
terceiro escrutínio com os dois candidatos mais votados;
f) Serão eleitos os
candidatos que obtiverem mais da metade dos votos;
g) A posse dos eleitos será
dada pelo Secretario de Causas do respectivo Concílio, no culto de encerramento
do Congresso, após julgada a legalidade da eleição.
25)
CONHEÇA NOSSOS PROJETOS
1)
Acerte o Alvo – (Programa completo)
2) Homem Levanta e Clama (Oração)
3)
Bandeirantes da Fé (Ação Social)
4) UPH em Ação (Progrmações diversas)
5) Novo
Testamento da UPH (Evangelização) 6) Culto Doméstico (Família) 7) Cartilha da
UPH
Estes
Projetos podem ser encontrados na íntegra no Site da UPH www.ipb.org.br/uph
Colaboração de Pb. Haroldo
Peyneau Secretario Geral do Trabalho Masculino da IPB
Nenhum comentário:
Postar um comentário