quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Prosseguindo Para o Alvo



“Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”
          (Filipenses 3.14)
O passado deve ser visto como uma escola permanente, pois através das nossas experiências passadas podemos caminhar em passos de maior discernimento. Isto dito, por que não podemos mudar o passado, mas podemos construir o futuro no terreno do hoje, aplicando nossa história de vida e aprendizado para evitarmos que haja erros corriqueiros e recorrentes que tanto atrapalham a caminhada e o equilíbrio cristão.
É certo que não foi possível realizarmos tudo o que planejamos, e tudo que queríamos fazer em 2012, é certo também que o que realizamos foi com um imenso amor e vontade de ver crescer o Reino de Deus, tendo a UPH da IPG como um instrumento para tal grandiosa Obra: a edificação da Igreja!
Contudo, um novo ano aproxima-se, e com ele, novos desafios para a Igreja do Senhor e para esta UPH. Precisamos fortalecer cada vez mais os nossos laços fraternos e a disposição para servir o Senhor, e para que isso se torne uma realidade precisamos recorrer ao nosso Deus em oração, jejuns e praticas de obras que glorifiquem seu Nome. Portanto, convoco a todos para que em união, amor, fé e esperança; focalizemos o alvo: Jesus! E assim, façamos um grande trabalho.
E para fazermos esse trabalho consideremos algumas questões:
Não ficar preso ao passado.
Quando mantemos um relacionamento com o passado diferente daquele que o Senhor determina em sua Palavra, criamos uma situação de doença e um aprisionamento de alma que corrói a nossa disposição e paralisa nossa capacidade de pensar o hoje em vista do amanhã . Podemos ficar aprisionados nostalgicamente nos projetos que deram certo e não mais enxergarmos a necessidade de agora. Ou então, os erros do tempo anterior, nos limitar as ações que precisam ser executadas no tempo hoje (Esdras 3.12).
Nenhum desses dos dois tipos de relacionamentos devem ser cultivados por quem deseja servir ao Senhor. Olhemos para o passado como quem olha no retrovisor, mas sem tirar os olhos da estrada a sua frente. O que passou é uma caixa de experiência a quem devemos recorrer para que, no hoje, o futuro seja construído (Salmos 126.4-6; 2ª Coríntios 5.17).
Não ter medo dos desafios.
Enfrentar desafios é uma característica daquele que serve ao Senhor. Devemos ter em mente que eles estão aí para serem vencidos e não para nos destruir. Os poucos irmãos da Igreja Primitiva abalaram o mundo com a pregação do Evangelho (Atos 17.6). Possamos nós, na força e no poder do Senhor prosseguir com essa pregação e transtornar a nossa terra com o poder da Palavra de Deus, anunciando seu Reino para o resgate daqueles que foram destinados para a salvação.
Os desafios são muitos e difíceis, mas não sãos impossíveis, e quando colocamos em oração e lançamos n’Ele todas as nossas expectativas, o Deus dos impossíveis nos mostra horizontes descortinados que jamais imaginávamos alcançar (1ª Coríntios 2.9).
Não Trabalhar Só
Certa vez, Paul Tournier, falou acertadamente sobre a Igreja:
“Há duas coisas que não podemos fazer sozinhos: a primeira coisa é casar; a segunda é ser cristão”.
Ninguém pode ser cristão sozinho, uma das expressões mais repetida como mandamento no Novo Testamento é a que afirma a necessidade de “uns com os outros”. Só amamos a Deus se amarmos uns aos outros (1ª João 4.7-8), somos conhecidos como discípulos de Cristo pelo amor que tivermos uns pelos outros (João 13.35), devemos ter o mesmo sentimento (Romanos 12.16), nosso princípio quanto aos valores pessoas deve estar contido nessa ordem de uns com os outros (Filipenses 2.3), nossa aceitação mútua (Romanos 15.7), etc.
Dessa forma, quero conclamar a todos da UPH que unamos as mãos e trabalhemos unidos no mesmo propósito e com a mesma visão missionária, todos ajudando e sendo ajudados. Ninguém deve trabalho só, ficar só, viver só, mas devemos estar uns com os outros sempre.
Portanto, o ano novo está chegando e temos 365 dias para fazer a UPH valer apena.
E como fazer isso?
Tendo como alvo o prêmio da soberana vocação em Cristo Jesus, nosso Senhor, que nos conquistou para que possamos conquistar (Filipenses 3.12,14), e fazer todas as nossas ações para a sua glória (1ª Coríntios 10.31).
Em Cristo, na Fé e no Caminho.

pb Jofre Garcia
Presidente p/2013

Frustração



“E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente e viemos para adorá-lo” Mateus 2.2

Quando criança eu não gostava do Natal.  “É a festa dos ricos!” Costumava dizer minha mãe.
De fato, tudo no marketing do comércio natalino é feito para quem dispõe do poder aquisitivo oriundo do vil metal. Nos anúncios carregados da cultura do norte da Europa e da cultura americana, onde famílias divertiam-se trocando presentes em volta da lareira.
Não recebia presente no Natal, e embora houvesse uma tênue esperança da visita de um cara estranho, vestido de vermelho, num trenó puxado por renas, que respondia pela alcunha de Papai Noel; que eu via nas propagandas comerciais, ele nunca nos visitava. Meu irmão dizia que era por que não tínhamos lareiras, nem janelas onde por as meias na noite do Natal. Nossas meias eram bem pequenas e surradas, algumas até furadas. Talvez fosse por isso que não coubesse nenhuma lembrancinha.
É, e mesmo esse cara a quem chamavam de “bom velhinho”, e que provavelmente distribuía presentes de graça, inexplicavelmente, “só dava presentes para os que podiam comprar”, pensei assim muitas vezes.
Lembrando desses pensamentos infantis e vendo a selvageria comercial que se transformou não apenas o Natal, ma qualquer festividade cristã, fico a pensar na frustração de milhões que atingidos por este tipo mensagem aludem a um Jesus abastado sendo recebido com vivas e folguedos pelo seu povo quando nasceu.
Quando aprendi a ler e conheci a história do Natal de Jesus Cristo, pude então ser liberto do sentimento negativo que dispensava a ele, porque entendi a frustração foi à marca presente quando o Salvador nasceu.
Imagine a frustração dos magos do oriente: pensavam que trariam uma notícia festiva para Jerusalém, mas trouxeram medo e alarme para aquele povo, e em seguida, o assassinato das crianças em Belém Efrata (Mateus 2.16-18). Foi com dificuldades que José e Maria passaram aqueles tempos e, acolhida alguma receberam dos concidadãos mesmo ela estando em vias de dar a luz. Eles eram pobres. A oferta pelo resgate do primogênito que eles apresentaram no Templo, quando da consagração de Jesus foi um par de rolinhas, a oferta dos pobres (Levítico 12.8; Lucas 2.22-24).
Quando a nossa percepção do que se deu nessa noite única, quando nossa perspectiva não vai alem do natural humano, quando nossa fé é só uma crença abstrata, o Natal é tempo de Frustração, mas quando sabemos que se trata do Redentor prometido, vindo para esmagar a cabeça da serpente em sacrifício perfeito e cabal. Quando a manjedoura é o anúncio da cruz, o Natal é o tempo de nos voltarmos para o Deus que se fez carne para salvar os que crêem.

Que você tenha tido um feliz Natal! Natal de Jesus Cristo. 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Os Sustos de Maria




"E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo” Lucas 1.28
A cena da anunciação do nascimento de Cristo transcende graça, misericórdia e beleza divina. O mesmo anjo (Gabriel) que anunciara a Zacarias o fim da esterilidade de Isabel, sua esposa, anuncia a jovem Maria, não o nascimento de um proeminente personagem da história, mas a chegada de Jesus, o Filho de Deus (Lucas 1.31,35).
No entanto, quando nos reportamos para a pequena Nazaré, na Galiléia dos tempos bíblicos somos levados a considerar os sustos da jovem Maria diante do anjo Gabriel e sua maravilhosa Boa Nova.
A saudação que lhe é feita é uma quebra na tradição e cultura daquele povo que nutria pouco valor a mulher, mesmo que na profecia de Gênesis seja a semente da mulher e não a do homem a esmagar a cabeça da serpente (Gênesis 3.15). Não era lícito saudar uma mulher com tão grande honra e desvelo, como a anjo a saúda, é uma saudação típica que se fazia a um homem, no entanto, o mensageiro de Deus quebra os protocolos humanos e mesquinhos para mostrar sua grandeza e misericórdia.
 A reação temerosa de Maria se dá por conta de sua natureza humana, ou seja, sua condição natural de pecadora, que diante de um enviando de Deus ficamos temerosos, por isso a necessidade de palavras tranqüilizadoras do anjo (Lucas 1.30), pois, é comum nas manifestações dos seres celestiais com o que é humano acalmá-lo.
Mas os sustos não pararam, uma Boa Nova traz nova preocupação para a jovem de Nazaré: ela conceberia estando virgem! “Como se dará tal coisa” perguntava-se Maria atônica com tais palavras. O anjo Gabriel mais uma vez lhe acalma e revela o agir de Deus sobre ela.
Então, mais um susto: o filho que geraria no seu ventre seria o Messias que os profetas anunciaram e que o povo de Israel espera ansiosamente. O filho gerado em seu vente era o próprio Deus encarnando-se no humano para salvar o seu povo.
Gabriel encerra seu anuncio lembrando a Maria que a Deu pertence o atributo de Todo Poder, não havendo para Ele nenhum impossível.
Todo e qualquer temor daquela jovem escolhida foi transformado em alegria e júbilo, e diferentemente de Zacarias, que duvidou, Maria crê e responde a Deus com fé, e inteira entrega de si mesmo ao plano que Ele havia estabelecido: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra”.
Que no Tempo do Advento creiamos na Palavra de Deus, e tenhamos a coragem e a fé, da jovem Maria de Nazaré, e assim dizer: “Aqui estou, Senhor, a teu serviço!”.
Feliz Natal! Natal de Jesus Cristo.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Colheita Diária nº 15: Um Sinal de Fé


“Todavia, ficarás mudo e não poderás falar até o dia em que estas coisas venham a realizar-se; porquanto não acreditaste nas minhas palavras, as quais, a seu tempo, se cumprirão”  Lucas 1.20
A plenitude dos tempos havia chegado, Deus engendra a história para que aconteça cumprindo o propósito estabelecido antes da fundação do mundo e posto em execução no momento em que Ele pré-determinara.
Havia quase 400 anos em que a voz profética da parte de Deus não se ouvia em Israel, o país padecia sob o domínio e a ocupação romana, a sociedade se corrompia com os costumes trazidos pelos mais variados povos, a religiosidade era dividida em facções antagônicas e fundamentalistas, e o povo simples sofria pela sobrevivência diária em meio a um sistema corrompido.
Nesse conturbado contexto vamos conhecer um casal improvável, para uma surpreendente história: Zacarias e Isabel.
Eles formavam um casal idoso e Lucas nos informa que eram de uma linhagem sacerdotal pura, sendo ele sacerdote e ela “das filhas Arão”, ou seja, de descendência levita (Lucas 1.5).  Procuravam viver uma vida digna de tal forma que eram irrepreensíveis no tocante ao exercício de se aplicarem na Lei do Senhor. No entanto, não era compreensível aos olhos humanos viverem a tragédia da infertilidade sendo os dois de avançada idade (Lucas 1.7), tida como punição de Deus e causadora da perda da benção prometida (Gênesis 1.28). E, assim, aquele casal caminhava para o descanso do corpo em vergonhosa aflição.
Mas Deus tinha outro plano...
Eis que lhe coube a honraria entre os sacerdotes de adentrar no adentrar no Santo dos Santos para queima do incenso e uma Boa Nova lhe aguardava por meio do anjo Gabriel. Atônito, Zacarias houve a promessa do mensageiro e lhe pede um sinal (Lucas 1.18), o que não lhe era permitido.
Por quê?
Porque a história de Israel é testemunha do agir no impossível do seu Deus. Bastava-lhe lembrar de Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó e Raquel, Elcana e Ana, etc. Bastava-lhe saber que Gabriel significa: “o homem forte de Deus”. Bastava-lhe crer no seu Deus. A punição de Zacarias é misericordiosa, pois, serviu também como sinal da Boa Nova que da parte de Deus lhe viera: não apenas teriam um filho, mas geraria o precursor do Messias, do Salvador.
O Tempo do Advento nos chama a fé no Deus revelado em sua Palavra, a Bíblia.
Feliz Natal! Natal de Jesus Cristo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Colheita Diária nº 14: O Sinal da Estrela: Os Céus Se Manifestam



“E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo”  Mateus 2.10
A natureza em si manifesta uma proclamação  aquEle por quem ela veio existir (Salmos 19.1-4). A narrativa bíblica sempre demonstra Deus como o Senhor da natureza e de todos os seus sistemas. Ela foi criada para a glória de Deus e lhe obedece em seus propósitos, por isso Ele fez o mar se abrir e somente Israel passar, abriu as comportas das águas e a terra foi inundada pelo dilúvio, ordenou sete anos de fartura seguidos por sete anos de seca e miséria poupando o Egito por amor ao seu povo, fez descer fogo do céu e consumir o sacrifício de Elias no monte, e etc.
Com a chegada do Rei Jesus, Deus Encarnado os céus se manifestam e no oriente surge o sinal da Estrela Messiânica. Se levarmos em conta que cabiam aos sábios orientais o estudo da astronomia - ciência bastante desenvolvida entre os persas babilônicos, terra de origem dos magos que visitaram o Cristo - o sinal se deu no Cosmos e não foi percebido pelos outros estudiosos, nem mesmo pelos severos interpretes da Lei, os escribas e fariseus de Judá.
O sinal foi notório não cabendo lugar para dúvida ou interpretações dúbias.
Era o sinal da chegada de um rei, não um rei qualquer, mas O Rei chegava e era necessário prestar-lhes honra e adoração, e aqueles homens largaram seus importantes afazerem nas cortes em que serviam e partiram ao encontro daquEle por quem os céus manifestavam o sinal de Deus.
A história desse sinal se torna mais divinamente misterioso e introspectivo quando a estrela lhes serve de guia até o local onde o Rei Jesus se encontrava. Divino porque Deus se dava a conhecer a quem Ele queria, pois nem os sábio de Israel a perceberam ou se alegraram com a notícia. Misterioso porque o fenômeno antes no Cosmos era agora, algo bem perto e em movimento, rumo ao alvo específico: O Menino. Parando onde Ele estava. Introspectivo porque apesar de Belém distar apenas 8 km de Jerusalém, somente pelos magos do oriente ela era percebida, pela qual se encheram de grande e intenso júbilo (Mateus 2.9-10). Essa expressão é a maior descrição de alegria que Mateus cita em seu Evangelho.
A estrela era vista não com os olhos naturais, mas pelos olhos da fé!
Os céus se manifestaram no Tempo do Advento, e Deus, por seu Espírito nos soprou as Escrituras Sagradas que d’Ele testificam. A Bíblia não pode ser compreendida pelo homem natural, somente pelos nascidos do alto, na regeneração do Espírito Santo é possível compreendê-la. E assim como a estrela guia dos magos, a Bíblia nos conduz a Cristo, e ao encontrá-lo (ou quando somos encontrados por Ele) deve acontecer em nós um grande e intenso júbilo, pois Jesus é a maior alegria do crente!
Feliz Natal! Natal de Jesus Cristo.        

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Colheita Diária nº 13: Adoraram O Menino




Adoraram O Menino
“Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra”
 Mateus 2.11
A visita dos magos do oriente ao Rei Jesus foi notabilizada por cenas que ficaram gravadas no imaginário e na história da Redenção. É de causar surpresa e indignação as reações de espanto e rejeição que as autoridades tiveram sobre a notícia da chegada do Messias esperado. Notícia esta que chegava por meio de estrangeiros e desconhecidos.
Para os habitantes de Jerusalém, pareceu-lhes uma história surpreendente (Mateus 2.3). O sinal da estrela no céu foi visto no oriente distante, mas não foi percebido em Israel (Mateus 2.2b). Havia uma estrela, ou algo que brilhava como tal, que guiava os magos, mas não era percebida por nenhuma habitante de Judá (Mateus 2.9). Apesar da profecia de Miquéias 5.2 e da notícia ter se espalhado por Jerusalém, ninguém foi a Belém verificar os fatos, somente os magos (Mateus 2.6).   
Porém, uma das cenas mais marcante e significativa da visita dos magos orientais a Jesus foi, quando, em fim, chegaram ao local onde o Rei se encontrava, ali prestaram uma adoração e, essa adoração foi exclusiva a Ele, não tendo outra pessoa ou elemento digno de recebê-la, somente Jesus.
E Ele, ainda era uma criancinha, dependente dos cuidados da mãe e dos provimentos do pai adotivo, não havia feito milagre algum, não havia pregado nenhum sermão, não havia ensinado nenhuma doutrina, não havia chamado nenhum apóstolo. Era apenas uma criança, mas era o Deus Conosco, o Rei Messias o Santo de Israel, digno da adoração, honra e louvor. Diante de Cristo não cabe lugar para nenhuma adoração que não seja dirigida a Ele, nenhuma idolatria é permitida.
 Além disto, outros detalhes presentes nesta cena são dignos de notas: o primeiro é a ausência de José, talvez tenha ficado fora da casa, ou tenha sido evitado intencionalmente por Mateus para realçar a paternidade sobrenaturalmente divina. O segundo é a presença de Maria, citada com ênfase: “com Maria, sua mãe”, no entanto, jamais como objeto de culto nem de adoração.  Os magos a viram perceberam quem era, mas somente a Jesus adoraram e lhes ofereceram as ofertas (Mateus 2.11).
Que no tempo do Advento tenhamos claramente esta lição para nossa vida diária na caminhada da fé em Cristo Jesus: nada deve ocupar o nosso culto, nem a nossa adoração, toda a nossa vida e a vida de nossa Igreja tem que ser Cristocêntrica. Músicas, pregações, doutrinas, algum tipo de arte cristã deve ter o Cristo como alvo, pois somente Ele é o Deus Conosco que nos salva.
Feliz Natal! Natal de Jesus Cristo.

Série O Advento: Cuidado Com o Periférico! Atente Para o Principal





(Mateus 1.21)

Muitas vezes perdemos tempo discutindo ou valorizando aquilo não tem prioridade para o Reino de Deus. Precisamos estar cientes que Deus tem um plano elaborado desde antes da fundação do mundo para a Salvação, a Redenção da raça humana através de seus escolhidos (1ª Pe 1.20; Ap 13.8). Esse plano foi tornado profético ainda no Édem (Gn 3.15), e tipificado em todo cerimonialismo e até mesmo na história e personagens bíblicos (Cl 2.17; Hb 8.5).
 Toda a narrativa do Antigo Testamento conduz aquEle que viria, o Messias, o Deus Conosco. Ele, Jesus, é o principal assunto da história da Redenção, porque sem Cristo não existe Redenção nem Salvação (Jo 14.6; At 4.12). Seguindo esta premissa, o Novo Testamento tem toda a sua mensagem centralizada n’Ele a tal ponto de Paulo afirmar: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1.21), além do que já havia dito: “Não vivo eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20).
Neste período do ano, nós, como pais de família e comprometidos com o Senhor e com o seu Reino, devemos ter sabedoria para não gastar nossos recursos nos excessos de confraternizações e não investirmos na Obra do Senhor, por amor ao Senhor da Obra. Fale sobre isto com sua família, e pense:
No Natal a pessoa de Jesus é o principal (Lucas 2.11) – Converse com seus filhos e explique o que motiva estas comemorações (Jo 10.10). Fale de Jesus, não permita que mitos tomem o seu lugar (papai Noel, por exemplo), fale das profecias e seus cumprimentos (Is 40.3 – Mt 3.3; Ml 3.1-Mc 1.3; Is 7.14 –Mt 1.23; Is 9.2-Lc 1.79; Is 9.7-Lc 1.32,33);
No Natal a mensagem de Jesus é a principal (Mc 1.15) – A grandiosa maioria das pessoas celebra o nascimento de Cristo alegremente, mas rejeitam a sua mensagem ferozmente (Jo 1.12; Mt 27.22-23), pois Cristo não veio para festinhas, mas para salvar os escolhidos dando por eles a sua vida morrendo na  cruz (Rm 5.8; Cl 1.20; Cl 2.14; Ef 2.16; Hb 12.2);
No Natal uma atitude de adoração é a principal (Mt 2.11) – Adorar o Cristo não é fazermos festas e simbologias, regalarmos em jantares e jubilarmos em presentes. Podemos ter estas coisas, podemos, mas, não são as atitudes principais. A principal atitude é a adoração ao Senhor sem reservas (Jo 2.23-24), entregando-lhe a nossa vida (Mt 11.28) e vivendo para o Reino (Fp 1.27-30), inteiramente comprometidos com Ele (Lc 9.57-62).
Portanto, neste Natal, vejamos no que vamos gastar nosso tempo, disposição e recursos. Façamos algo de venha contribuir com o Reino e não com nossos desejos gastronômicos e consumistas.

Pb. Jofre Garcia.



terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Nova Diretoria da Federação



Na ordem da esquerda p/ direita:
Maxsuel - Humberto - Sergio - Jofre - Marinésio - Andre

O nosso Congresso foi realizado entre dia 08 e 09 de dezembro do ano em curso nas dependências do edifício de educação religiosa da 1ª Igreja Presbiteriana de João Pessoa. Louvamos a Deus pelo trabalho realizado, pedimos a bênçãos sobre os irmãos que estiveram a frente da Federação, encabeçada pelo pb Marcelo Fabiam, e saudamos a nova diretoria rogando ao Senhor iluminação, discernimento e disposição para o trabalho do Senhor, e ainda, que a vontade de trabalhar que foi demonstrada no Congresso seja irradiada e contagie todas as UPHs que compõe a nossa Federação.
Os eleitos para o ano de 2013 foram:
Presidente                 – pb Maxsuel de Lima (Solânea);
Vice - presidente       – pb Humberto Aranha  (1ª Igreja – João Pessoa);
Secretário Executivo – sem. Sergio Tomé (Solânea);
1º Secretário               – pb Jofre Garcia (Guarabira);
2º Secretário               – pb Marinésio Pequeno (Tambay);
Tesoureiro                   – irmão André Batista (Tambay).
Que o Senhor abençoe a Federação.

UPH – Guarabira.

Torrentes No Deserto




Torrentes no Deserto
“Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes do Neguebe”
(Salmos 126.4)
O Salmo 126 é de uma beleza impar!
A construção textual poética, as fortes imagens nele evocadas, a forma de sua verbalização e a sensibilidade com que o autor transmite os sentimentos contraditórios de sua geração face o cumprimento das profecias, conseguem nos fazer participar do júbilo como êxtase, do pranto gerado pelo choque de uma dura realidade e depois, de volta a um novo e exultante júbilo, agora tendo consciência de construir um caminho de fé na estrada da vida.
A beleza dos Salmos dá lugar a uma mensagem profundamente enraizada e centralizada em Deus, sua soberania e seus atributos. Nele encontramos uma chamada ao equilíbrio vivencial daqueles que crêem, pois a experiência com Deus e a caminhada n’Ele não pode ser um festejar ininterrupto, de modo que não mais percebamos a realidade a nosso volta. A alegria do encontro com Deus não estabelece um estado de anulação do que é natural ao ser humano, não cria um torpor espiritual a ponto de não sentirmos dor, ou fazer pouco caso das tristezas e lágrimas a nossa espreita. Até porque angústias e tribulações estão destinadas pelo próprio Deus aos santos na terra (João 16.33).
O próprio Livro dos Salmos contém uma coletânea de gritos indignados, clamando a ação de intervenção na história pelo Senhor do Tempo (Sl 22.1; Sl 28.1; Sl 38.21,22; Sl 44.23-26; Sl 70.1; Sl 74.1). Profetas clamaram a Deus não compreendendo as agruras e os sofrimentos que lhes cabiam, Jeremias chega ao extremo em sua queixa quando, num profundo lamento expõe sua dor: “Enganaste-me, ó Senhor, e enganado fiquei” (Jr 20.7-18).

É o choque de realidade de Deus na vida do adorador.
O contrario também é verdadeiro, no tocante a mudanças extraordinariamente milagrosas, extasiantes. Pois, Deus age e transforma realidades impossíveis aos nossos olhos e perspectivas cria novas realidades inimaginável ao nosso poder. Basta ver o que ocorre na visão do vale de ossos (Ez 37). 

Não há tristezas nem tragédias feitas tão somente para uma aflição gratuita e sádica ao homem.
De maneira nenhuma!
Tudo está dentro de um plano de salvação divina, onde ciclos se fazem necessários em nossa vida numa sequencialidade do tempo e das coisas a ele pertinente (Ec 3.1-8) e que somente o Senhor o sabe.
Deus nos chama a alegria e nos dá a paz (Fp 4.4; Jo 14.27), mas teremos tristezas e perseguições no caminho da existência (Mt 5.11-12).
Mas o Salmo não está centrado nem na tristeza nem na alegria, mas no Senhor, que tanto uma quanto a outra estão em suas mãos e Ele as conduz conforme determinou. 

Para que possamos ter uma visão ampliada dessa centralidade observemos três elementos de sua mensagem:
O primeiro é o elemento histórico, pois o salmo é a conseqüência mais absoluta dos juízos de Deus ao seu povo, que por causa do pecado renitente e da apostasia foram quase que praticamente destruídos. Sua terra arruinada, suas casas derribadas, o Templo arrasado, o restante do povo seguiu cativo para Babilônia, onde por 70 anos permaneceram como escravos. E tudo isso fora anunciado repetidas vezes pelos profetas.
O elemento histórico mostra que o estado de cativeiro pelo qual o povo estava era fruto de seus pecados e iniqüidades que provocaram a ira de Deus.
O segundo é o elemento teológico pelo qual o salmista expõe a soberania de Deus no rumo da história. Não fora Ciro o autor da libertação do povo, não fora as novas diretrizes geopolíticas que estabeleceram um novo rumo para a nação cativa, foi Deus que agiu, cumpriu a sua Palavra. Não há “sortes” nem “azares”, mas, o poder soberano daquEle que É, e do qual todos estamos. A dureza da realidade e seus desafios gigantes, e até o desenvolvimento das sementes lançadas com fadigas, suor e lágrimas, dependeriam do Senhor a sua transformação, seu viçoso germinar e a fartura da sega.
O elemento teológico compreende o conhecimento real no Deus de Israel. AquEle que não poupou o Egito e sustentou o povo no deserto, o Criador dos céus e da terra, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus da promessa executa o seu plano na história que Ele concedeu aos homens.
O terceiro elemento é o profético, e reside no fato do Deus da Palavra sê-lhe fiel para cumprir, e isto está em todo contexto do Salmo. Ora, todo o mal que sobreveio ao povo se deu por causa do descumprimento da Palavra que lhes fora dada. Por meio dos profetas Ele anuncia tanto a punição quanto o seu fim, a consolação. As promessas de Deus são reais e verdadeiras e nenhuma delas falha em seu propósito, mas isto não nos ensina a indolência e inércia diante do que nos está proposto, mas batalharmos diligentemente e com sabedoria e confiar no Deus que não falha.
O elemento profético consiste na consciência de fé, saber que o trabalho é árduo e penoso, mas que se feito na dependência do Senhor desertos serão transformados e colheitas fartas se darão.
O Neguebe é palco de um grande fenômeno: as torrentes.
Por causa da peculiar geografia da Palestina, o extremo sul de Judá, o deserto do Neguebe pouco recebe chuvas. É um lugar árido e em grande parte do ano sem vida. Que viaja por estas paragens se impressiona com a aspereza e sequidão da terra.
Será possível ter vida ali?
De repente, entre os meses de outubro até abriu, período das chuvas serôndias, algo acontece: uma torrente de água que desce das cordilheiras surge pelo deserto, serpenteando-o, procurando seu norte e deságuas nas depressões, pelas fendas, criando córregos, riachos, veios d’água, o deserto enche-se de poças e em poucos dias o que era um deserto explode em abundância de verde e vida.  A alegria e os cânticos enchem o lugar, cenas pastoris se espalham e os cheiros, os sabores e as cores pululam em todo Neguebe.
Assim faz o Senhor.
Creiamos e não desfaleçamos as mãos no arado dos campos e no lançar da semente, pois Ele produzirá a torrente necessária para o crescimento e o amadurecimento para a colheita.
Assim faz o Senhor.
Firmemos nosso coração ainda que estejamos nos vales áridos, ou nos torturantes cativeiros, Ele rebenta os grilhões e reverdece as campinas de nossa vida, para o transbordar consciente da alegria da salvação.
O Salmo mostra duas torrentes em seqüência: a primeira se deu na Babilônia, no mover da história. A segunda se dá em Judá, em resposta ao semear na fé. Nas duas, somente Deus pode realizar. Também, mostra que nossa caminhada é feita de ciclos, ora favoráveis, ora desfavoráveis, que saibamos vivê-los na dependência e fé no Senhor.
 Em Cristo, que transforma nossa vida.
                     
Pb. Jofre Garcia

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O Natal Nas Profecias


Chegamos a dezembro, o período chamado de festas por conta do Natal e das festas alusivas ao fim de ano. No entanto, é o Natal a comemoração que por excelência se destaca no calendário ocidental nesta fase do ano. Para muitos o Natal é uma oportunidade de saborear comidas típicas e uma grande variedade de guloseimas muitas delas importadas. Para outros o Natal é a chance de realizar vendas extras para reforçar as metas e estratégias das empresas. Têm também, aqueles que para quem o Natal é o momento de comprar móveis, roupas, sapatos, férias, viagens, em fim, gastar o que se amealhou durante o ano.
O que seria então o Natal?
Uma festa regada a farta gastronomia? Um momento de bons negócios? Uma oportunidade de realização dos desejos consumistas? Uma época de se acalorar os sentimentalismos religiosos que não resistirão aos primeiros 15 dias do ano novo?
O que é e porque existiu o Natal?
O Natal é a Redenção de Deus para o homem caído, morto em seus pecados, que em Adão caiu flagrantemente, não havendo como justificar-se diante do Criador, não possuindo uma oferta nem um sacrifício que fosse suficientemente capaz de reconciliar a parte ofendida, no caso Deus.
Deus foi ofendido por causa do pecado do homem, e esse pecado iniciado com Adão foi herdado por toda a raça humana, de tal modo que nenhum homem é justo diante de Deus (Romanos 3.23).
O Natal é a Redenção do sendo executada por Deus.
Deus no Filho encarna-se através da virgem Maria, torna-se gente, ser humano e partilha das aflições típicas de nossa natureza, e oferece seu corpo como sacrifício perfeito, cabal e definitivo, capaz de tornar o homem aceitável a Deus, justificando-o pelo seu sangue.
Os judeus pensavam que era o sangue dos cordeiros e touros que poderiam ser oferecidos a Deus como oferta pelo pecado, mas isto eram sombras das promessas futuras, elas anunciavam aquele que viria e que por sua obediência anularia a ofensa de Adão.
O que precisamos saber é que o Natal está presente nas escrituras desde o início da história bíblica, e por elas podemos compreender o seu significado.
           
Gênesis 3.15:
“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá na cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”
Apresenta a primeira profecia acerca de um que viria desfazer o efeito do pecado e sua ação mortal.

Deuteronômio 18.15,18:
“O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás. Suscitar-lhe-ei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar”
Apresenta as características  proféticas e o caráter escriturístico deste Messias que viria.

Malaquias 3.1: “Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos”
Apresenta o sinal inconfundível de um mensageiro e seu ministério provocativo que anunciaria a chegada do Messias.

Isaias 7.14: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará a luz a um filho e lhe chamará Emanuel”
Apresenta os sinais dos impossíveis para demonstrar o poder de Deus.

Miquéias 5.2: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti sairá me o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”
Apresenta Deus como o Salvador dos humildes e desprezados.

Jeremias 3.15: “Assim diz o Senhor: Ouviu-se um clamor em Ramá, pranto e grande lamentação; era Raquel chorando por seus filhos e inconsolável por causa deles, porque já não existem”
Apresenta a oposição violenta ao plano de Deus.

Isaias 9.6: “Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”
Apresenta o caráter do reinado do Messias.

Portanto, o Natal está em intima conexão com toda narrativa da história da Redenção, executada por Deus em demonstração do seu amor. Façamos deste período um momento de intensa reflexão no que Deus tem feito por nós e no Natal, em vez de coisas supérfluas e inúteis promovamos a conversão ao Deus que salva e transforma o homem.

pb Jofre Garcia

sábado, 8 de dezembro de 2012

O Tesouro de Uma Família (Mt 13.51-52)




Embora sejam legítimas as preocupações diárias da família e seu futuro, elas ferem a santidade e o propósito de Deus quando assumem dimensões que relegam a obra do Senhor como segundo plano. Na parábola citada por Cristo em Mateus 13.51-52 ele redimensiona a figura do tesouro familiar e da atitude do pai de família em face deste tesouro:

O tesouro é a Palavra de Deus;
O escriba é o pai que procura conhecer a Palavra para viver a Palavra, pela Palavra; 

Coisas novas e coisas velhas são relacionadas à Antiga e a Nova Aliança que Deus estabeleceu com os homens. A Antiga se refere a Israel como povo escolhido, a Nova a Igreja como Corpo de Cristo, povo comprado pelo seu sangue;
Tirar do seu depósito é compartilhar o que se aprendeu na Palavra e o que se viver com este aprendizado-vida. Uma nota interessante é o texto nos dá uma idéia de que este tesouro compartilhado e vivido junto não se finda, aumenta mais e mais.
Podemos então pensar em algumas lições:
I. O tesouro da família é a Palavra de Deus como realidade de sua vida
Não é preciso ter curso acadêmico de teologia para compreender as verdades universais, intransferíveis e inegociáveis da Palavra de Deus para as nossas vidas. Não é preciso ter uma revelação especial para estabelecer prioridades e disciplinas quanto à leitura das Escrituras, basta obedecerem ao que já está estabelecido por Deus (Dt 6.6-9; Pv 22.6);
II. O tesouro da família é a prática da Palavra em sua dinâmica diária
É preciso ensinar e viver o que se ensina, para que os nossos filhos creiam na Palavra e vejam experimentalmente as bênçãos do viver santo compromissado com o Deus das Escrituras Sagradas. O padrão não deve ser o pastor da Igreja, ou o presbítero, ou ainda, algum irmão por mais consagrado de seja, o padrão para os nossos filhos deve ser o nosso viver pautado no que pregamos e ensinamos, doutra forma seríamos condenados como hipócritas (Mt 23.2-3);
III. O tesouro da família é viver pela fé no Deus das promessas
Isto não significa irresponsabilidade ou ser negligente, de forma alguma!
Viver por fé é ter uma vida real com Deus, dependendo d’Ele e sabendo que Ele não está alheio as necessidades e tribulações de nossa vida, mas vivendo dia a dia guiados por seu Espírito e tendo a glória de Deus como o alvo de todo planejamento familiar (Rm 1.17; Mt 7.9-11; 1 Co 10.31).
Portanto, ensinemos aos nossos filhos os valores do Reino em nossa casa. Que eles nos observem: lendo, orando e vivendo, de fato, a fé no Deus que professamos, para que não cresçam com dúvidas que transijam às convicções cristãs.

Pb Jofre Garcia