quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Colheita Diária nº 13: Adoraram O Menino




Adoraram O Menino
“Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra”
 Mateus 2.11
A visita dos magos do oriente ao Rei Jesus foi notabilizada por cenas que ficaram gravadas no imaginário e na história da Redenção. É de causar surpresa e indignação as reações de espanto e rejeição que as autoridades tiveram sobre a notícia da chegada do Messias esperado. Notícia esta que chegava por meio de estrangeiros e desconhecidos.
Para os habitantes de Jerusalém, pareceu-lhes uma história surpreendente (Mateus 2.3). O sinal da estrela no céu foi visto no oriente distante, mas não foi percebido em Israel (Mateus 2.2b). Havia uma estrela, ou algo que brilhava como tal, que guiava os magos, mas não era percebida por nenhuma habitante de Judá (Mateus 2.9). Apesar da profecia de Miquéias 5.2 e da notícia ter se espalhado por Jerusalém, ninguém foi a Belém verificar os fatos, somente os magos (Mateus 2.6).   
Porém, uma das cenas mais marcante e significativa da visita dos magos orientais a Jesus foi, quando, em fim, chegaram ao local onde o Rei se encontrava, ali prestaram uma adoração e, essa adoração foi exclusiva a Ele, não tendo outra pessoa ou elemento digno de recebê-la, somente Jesus.
E Ele, ainda era uma criancinha, dependente dos cuidados da mãe e dos provimentos do pai adotivo, não havia feito milagre algum, não havia pregado nenhum sermão, não havia ensinado nenhuma doutrina, não havia chamado nenhum apóstolo. Era apenas uma criança, mas era o Deus Conosco, o Rei Messias o Santo de Israel, digno da adoração, honra e louvor. Diante de Cristo não cabe lugar para nenhuma adoração que não seja dirigida a Ele, nenhuma idolatria é permitida.
 Além disto, outros detalhes presentes nesta cena são dignos de notas: o primeiro é a ausência de José, talvez tenha ficado fora da casa, ou tenha sido evitado intencionalmente por Mateus para realçar a paternidade sobrenaturalmente divina. O segundo é a presença de Maria, citada com ênfase: “com Maria, sua mãe”, no entanto, jamais como objeto de culto nem de adoração.  Os magos a viram perceberam quem era, mas somente a Jesus adoraram e lhes ofereceram as ofertas (Mateus 2.11).
Que no tempo do Advento tenhamos claramente esta lição para nossa vida diária na caminhada da fé em Cristo Jesus: nada deve ocupar o nosso culto, nem a nossa adoração, toda a nossa vida e a vida de nossa Igreja tem que ser Cristocêntrica. Músicas, pregações, doutrinas, algum tipo de arte cristã deve ter o Cristo como alvo, pois somente Ele é o Deus Conosco que nos salva.
Feliz Natal! Natal de Jesus Cristo.

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